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Investigação

A Fundação faz assentar a sua atividade no modelo de investigação translacional que promove uma íntima ligação e interdependência entre descobertas científicas e a prestação de cuidados clínicos de excelência. Um modelo construído tendo por base a estreita colaboração entre cientistas e clínicos, bem como a clara identificação das áreas onde o investimento efectuado poderá ter maior impacto.

Pretende-se assim ajudar os cientistas a alcançar todo o seu potencial criativo e a trabalhar segundo um princípio colaborativo que conduzirá a conquistas difíceis de alcançar numa lógica individual ou de grupos de laboratório. Este desafio tem implícita uma postura de permanente exame, avaliação e aperfeiçoamento do processo científico em si. Para este fim, a visão da investigação conduzida na Fundação Champalimaud promove uma cultura institucional assente nos seguintes princípios: 

• Maximizar a cooperação, sem sacrificar a independência e diversidade de pensamento; 

• Promover a qualidade de vida, pelo conhecimento de que o bem-estar e a produtividade caminham lado a lado; 

• Ser um centro de interação científica, onde a competição é substituída pelo intercâmbio produtivo; 

• Partilhar o nosso conhecimento não apenas com a comunidade científica, mas com a comunidade em geral; 

• Questionar continuamente a própria organização, estimulando novas abordagens científicas e as estruturas organizacionais que as promovem.

Através deste modelo, a investigação procura alcançar avanços significativos não apenas ao nível do conhecimento científico, mas também no próprio processo científico.

Na Fundação Champalimaud, o investimento alocado à investigação está especialmente focado em três grandes áreas: as neurociências, o cancro e a visão. Transversal às três áreas identificadas está o princípio de que a investigação deve ser orientada para obtenção de resultados efetivos, assegurando que toda a humanidade retirará benefícios concretos dos progressos científicos alcançados.