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Chanel Coelho - Gestora de Doente do Centro Clínico Champalimaud

Hoje conversámos com a Chanel Coelho, Gestora de Doente Circulante do Centro Clínico Champalimaud, que, tal como o faz diariamente com todos os doentes que visitam o Fundação Champalimaud, nos recebeu de sorriso rasgado e acolhedor, ainda que nervoso por causa da câmara fotográfica que, nos confessou, a intimida um pouco.

  1. 8.3.2017

    Ultrapassados os temidos cliques, voltou ao seu natural à vontade e falou-nos sobre o que mais gosta no seu trabalho, o que a motiva, a empatia que estabelece com os doentes e sobre o que, no final do dia, a faz sentir que contribuiu para melhorar o dia de alguém.

    "Eu sou GD circulante e trabalho na Fundação há já dois anos. O que eu mais gosto no meu trabalho é, sem dúvida, o contacto com os doentes. Não consigo ficar sentada atrás de um balcão, preciso da interação e já sinto todos os que entram por aquela porta como sendo meus. Não sou enfermeira, não sou médica, mas sinto que faço parte do dia a dia dos doentes de uma forma inexplicável, eles aqui já se sentem em casa. Procuramos transmitir-lhes calma, mas também boa disposição, mesmo que venham um pouco mais em baixo ou tristonhos, com palavras de encorajamento e alguma animação, conseguimos devolver-lhes um sorriso à cara e já levam o dia de uma maneira completamente diferente.



    As manhãs são a minha parte favorita do dia, apesar de terem muito movimento, consigo organizar o trabalho e encarar tudo de uma forma positiva, e a leitura que faço é: 'se temos tantos doentes é porque estamos a conseguir ajudá-los de uma forma ou de outra'. As horas de almoço, com os colegas, nomeadamente com os enfermeiros, também são momentos muito agradáveis. Entre nós há uma verdadeira partilha, ajudam-nos com os aspetos mais técnicos que complementam o acompanhamento personalizado que efetuamos, ajudam-nos a interpretar e compreender aquilo que os doentes nos transmitem quando está mais relacionado com o seu estado geral de saúde: quais as causas das suas queixas, quais são os próximos passos no tratamento e o que é expectável que aconteça. O meu dia é assim, gira sempre à volta do doente.

    Eu e os meus colegas, enquanto gestores de doente circulantes, temos um papel fundamental. Como diz o nosso diretor operacional, o Dr. António Chumbinho, somos a primeira imagem que é transmitida e é uma imagem não clínica. Nós estamos aqui para os doentes, acompanhamo-los em todos os momentos e não apenas para os recebermos quando chegam. Em momento algum eles se sentem sozinhos, porque quando um doente vem ao centro clínico nós fazemos parte do seu dia, do princípio ao fim."




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