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Vencedores

2016

A décima edição do Prémio António Champalimaud de Visão reconheceu o contributo de Christine Holt, Carol Mason, John Flanagan e Carla Shatz para a compreensão da relação existente entre os dois órgãos responsáveis pela visão: os olhos e o cérebro.

O assinalável avanço protagonizado por estes quatro cientistas vem possibilitar o tratamento, no futuro, de muitos e diferentes distúrbios da visão através de terapias neurológicas e representa uma verdadeira revolução nos padrões conhecidos da ciência e nas consequentes abordagens terapêuticas.

2015

O Prémio António Champalimaud de Visão 2015 reconheceu um projeto desenvolvido por três organizações que uniram esforços em torno de um objetivo comum - a luta contra a cegueira e a pobreza em África.

O Projeto Kilimanjaro consiste num modelo colaborativo pioneiro. O Kilimajaro Centre for Community Ophthalmology (KCCO), a Seva Foundation e a Seva Canada juntaram as suas diferentes áreas de atuação e especialização com o objetivo de combater as doenças da visão, combater a pobreza e criar modelos de sustentabilidade económica em comunidades remotas da África subsaariana.

2014

O Prémio António Champalimaud de Visão 2014 distinguiu este ano um grupo de sete cientistas e o seu papel no desenvolvimento da terapia anti-angiogénica para doenças da retina.

O trabalho desenvolvido por Napoleone Ferrara, Joan W. Miller, Evangelos S. Gragoudas, Patricia A. D’Amore, Anthony P. Adamis, George L. King e Lloyd Paul Aiello, de forma independente ou em estreita colaboração, resultou na descoberta de uma terapia eficaz para o tratamento de duas das principais causas de perda de visão e cegueira no mundo - a degenerescência macular relacionada com a idade e a retinopatia diabética.

2013

Nepal Netra Jyoty Sangh (NNJS), Eastern Regional Eye Care Programme, Lumbini Eye Institute e o Tilganga Institute of Ophthalmology

A 7ª edição do prémio reconheceu o trabalho desenvolvido por quatro organizações não governamentais nepalesas que se destacaram pelo trabalho que, diariamente, desenvolvem para solucionar os graves problemas oftalmológicos que afetam a população do Nepal.

2012

David Williams, James Fujimoto, David Huang, Carmen Puliafito, Joel Shuman e Eric Swanson

O Prémio António Champalimaud de Visão 2012 reconheceu o desenvolvimento de duas abordagens inovadoras à visualização da retina em pessoas saudáveis e doentes.

2011

O African Programme for Onchocerciasis Control (APOC)

O Programa Africano de Controlo da Oncocercose (APOC), venceu o Prémio António Champalimaud de Visão 2011 pelo seu contributo excecional para a prevenção, controlo e luta contra a cegueira evitável, também conhecida pela "cegueira dos rios", uma doença que já infetou mais de 18 milhões de pessoas em todo o mundo.

2010

J. Anthony Movshon e William Newsome

O Prémio de Visão deste ano reconhece o trabalho do Dr. Movshon e do Dr. Newsome nos últimos 30 anos. Trabalhando por vezes em conjunto e outras de forma independente, estes notáveis investigadores tiveram um grande impacto na forma como os cientistas entendem a forma como o cérebro reconstrói imagens para que o ser humano possa captar , interpretar e agir no mundo. Ao estabelecerem uma ponte entre a psicofísica e o comportamento humano por um lado e a fisiologia dos neurónios individuais e a forma como estes funcionam por outros, estes dois neurocientistas esclareceram de uma forma inovadora a forma como o cérebro reconstrói as imagens visuais.

2009

Helen Keller International

O Prémio António Champalimaud para Visão de 2009 foi concedido à Helen Keller International (HKI) pelos seus feitos extraordinários na prevenção da cegueira no mundo em desenvolvimento. Mais especificamente, a sua liderança desde há várias décadas no controlo mundial do défice de vitamina A - a principal causa de cegueira infantil e uma das principais causas para a mortalidade infantil – ajudou a salvar a visão e as vidas de milhões de pessoas em todo o mundo.

2008

Jeremy Nathans e King-Wai Yau

O primeiro passo da visão é converter a luz em sinais eléctricos que o cérebro possa utilizar para criar a visão. O Prémio António Champalimaud de Visão de 2008 reconheceu descobertas fundamentais sobre o funcionamento deste processo. Jeremy Nathans determinou o código genético dos pigmentos visuais humanos, ajudando a determinar o seu funcionamento e descobrindo de que forma as mutações na sua sequência podem conduzir a determinadas doenças da retina. King-Wai Yau mostrou a forma como a absorção da luz por parte destes pigmentos gera sinais eléctricos que iniciam a visão e regulam os nossos ritmos naturais. Estas descobertas são fundamentais para o nosso entendimento actual da visão.

2007

Aravind Eye Care System

O Prémio António Champalimaud de Visão de 2007 reconheceu o contributo dado pelo Aravind Eye Care System através do seu modelo completo, sustentável e compassivo de cuidados oculares. A Aravind fez dos cuidados oculares de qualidade acessíveis uma realidade para milhões de pessoas e estruturou, de forma pró-activa, a adaptação do seu modelo através de consultoria, capacitação, investigação, formação e publicações, tudo feito com espírito de missão.