18 Dezembro 2025
18 Dezembro 2025
Megan Carey visitou Portugal pela primeira vez em agosto de 2005. Ela e o seu marido, Michael Orger, tinham sido convidados para um casamento, e um amigo português (André Valente) tinha prometido mostrar-lhes tudo o que de bom Lisboa tinha para oferecer. Na altura, Megan era investigadora de pós-doutoramento na Harvard Medical School.
11 Dezembro 2025
Enquanto terminava uma conversa anterior com o Diretor Clínico da Fundação Champalimaud (FC), António Parreira, mencionei que haveria um artigo complementar com um dos seus colegas, Joe Paton, Diretor de Investigação em Neurociência na FC. A ideia era fazer, mais ou menos, as mesmas perguntas, para perceber até que ponto, depois de 20 anos, a visão para a cultura na clínica e na investigação se mantinha alinhada. Convidei António Parreira a abrir a entrevista com Joe com uma pergunta.
11 Dezembro 2025
Quando António Parreira se juntou à Fundação Champalimaud (FC) há mais de uma década, esta era ainda mais visão do que instituição. O edifício estava concluído, o revestimento de pedra Lioz branca brilhava junto ao rio, mas lá dentro, pouco acontecia. “Quando cheguei, só havia dois de nós – dois médicos”, lembra. “Não dava sequer para pensar em comunidade”.
09 Dezembro 2025
A Fundação Champalimaud (FC) tem a vantagem de reunir, sob o mesmo teto, um instituto de investigação e uma clínica. As oportunidades de colaboração estão por todo o lado e, desde o início, Henrique Veiga-Fernandes soube aproveitá-las. Este tem vindo a ligar a investigação à clínica, colaborando com profissionais de saúde. Agora, espera expandir essas parcerias, inspirando outros a fazer o mesmo.
04 Dezembro 2025
Quando Joaquim Teixeira ouviu falar pela primeira vez da Fundação Champalimaud (FC), não foi nos media nem num anúncio de emprego, mas através de uma amiga, que o convidou para uma Happy Hour. “Éramos talvez vinte pessoas no máximo, mas a atmosfera tinha uma certa intensidade. Sentia-se que algo significativo estava prestes a acontecer e que queríamos fazer parte.”, recorda.
04 Dezembro 2025
A história de Cátia Feliciano e da Fundação Champalimaud (FC) começou quando ainda estava a terminar o seu doutoramento em Neurobiologia, na Duke University, em Durham, nos Estados Unidos da America (EUA). De sorriso largo, afirma que a sua grande paixão sempre foi a Neurociência e que quando soube dos planos da construção de um grande centro de investigação em Lisboa dedicado a esta área, regressar a Portugal tornou-se uma possibilidade.
02 Dezembro 2025
João Santinha formou-se em Engenharia Biomédica pela Universidade Nova de Lisboa, durante uma das mais longas crises económicas que Portugal atravessou, e foi nessa altura que ouviu falar pela primeira vez na Fundação Champalimaud (FC). Num período em que poucas oportunidades haviam na sua área de estudos, surgiu uma posição na equipa de Scientific Software que lhe interessou. “Não fui selecionado”, diz a sorrir, mas fui “uns anos mais tarde convidado para outra posição”, acrescenta com orgulho.
25 Novembro 2025
Quando Tiago Santos percorreu pela primeira vez os corredores envidraçados da Fundação Champalimaud (FC), em 2014, já contava com dois anos de experiência em enfermagem, mas nenhuma em urologia ou oncologia. “No fundo, pode dizer-se que comecei aqui um novo capítulo da minha carreira”, admite com um sorriso tímido. De facto, entrar numa unidade quase vazia, sem orientadores de referência, protocolos ou precedentes, faria muita gente recuar. Mas o Tiago não. Para ele, o vazio era um convite: uma tela em branco onde podia pintar o futuro da enfermagem urológica na Fundação Champalimaud.