09 Dezembro 2025

Entre o laboratório e o doente

Quando Maria João Cardoso chegou à Fundação Champalimaud (FC), em 2011, o edifício estava praticamente vazio. “Quase não havia ninguém”, recorda. “Era uma instituição fantasma que foi ganhando vida aos poucos”.

04 Dezembro 2025

O engenho invisível

Quando Joaquim Teixeira ouviu falar pela primeira vez da Fundação Champalimaud (FC), não foi nos media nem num anúncio de emprego, mas através de uma amiga, que o convidou para uma Happy Hour. “Éramos talvez vinte pessoas no máximo, mas a atmosfera tinha uma certa intensidade. Sentia-se que algo significativo estava prestes a acontecer e que queríamos fazer parte.”, recorda.

04 Dezembro 2025

Uma história sobre curiosidade, engenho e reinvenção

A história de Cátia Feliciano e da Fundação Champalimaud (FC) começou quando ainda estava a terminar o seu doutoramento em Neurobiologia, na Duke University, em Durham, nos Estados Unidos da America (EUA). De sorriso largo, afirma que a sua grande paixão sempre foi a Neurociência e que quando soube dos planos da construção de um grande centro de investigação em Lisboa dedicado a esta área, regressar a Portugal tornou-se uma possibilidade.

02 Dezembro 2025

A humanidade do e no futuro

João Santinha formou-se em Engenharia Biomédica pela Universidade Nova de Lisboa, durante uma das mais longas crises económicas que Portugal atravessou, e foi nessa altura que ouviu falar pela primeira vez na Fundação Champalimaud (FC). Num período em que poucas oportunidades haviam na sua área de estudos, surgiu uma posição na equipa de Scientific Software que lhe interessou. “Não fui selecionado”, diz a sorrir, mas fui “uns anos mais tarde convidado para outra posição”, acrescenta com orgulho.

25 Novembro 2025

Raízes locais, alcance global

Antes de haver um edifício junto ao rio, antes de existirem retiros e laboratórios cheios de vida, havia apenas uma ideia e um punhado de conversas que começaram entre Lisboa, Boston e Nova Iorque.

25 Novembro 2025

Da escola ao impacto global: uma viagem internacional

Quando Tiago Santos percorreu pela primeira vez os corredores envidraçados da Fundação Champalimaud (FC), em 2014, já contava com dois anos de experiência em enfermagem, mas nenhuma em urologia ou oncologia. “No fundo, pode dizer-se que comecei aqui um novo capítulo da minha carreira”, admite com um sorriso tímido. De facto, entrar numa unidade quase vazia, sem orientadores de referência, protocolos ou precedentes, faria muita gente recuar. Mas o Tiago não. Para ele, o vazio era um convite: uma tela em branco onde podia pintar o futuro da enfermagem urológica na Fundação Champalimaud.

20 Nov. 2025

Bioinformatician (Cancer Genomics Lab - Botton-Champalimaud Pancreatic Cancer Center)

Research
Início da Candidatura: 20 Nov. 2025


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We are seeking a highly motivated and skilled Bioinformatician to join our dynamic research team. 

The successful candidate will play a critical role in developing and implementing robust bioinformatics pipelines in cloud environments, analysing complex genomic datasets, and contributing to the advancement of our research programs. 

This position is ideal for an individual with a strong background in bioinformatics and hands-on experience with cloud computing and complex biological data.

20 Novembro 2025

Uma cabeça para muitos chapéus

Quando entrevistei o Albino J. Oliveira-Maia, falámos dos desafios e das lições que moldaram a sua carreira. O que mais me marcou foi a capacidade de navegar caminhos diferentes em simultâneo e de criar espaço para continuar a fazê-lo. Ao escrever isto, espero partilhar essa coragem com quem hoje se pergunta que caminho seguir.

20 Novembro 2025

Acreditar para tornar real

Quando Marta Moita ouviu pela primeira vez rumores sobre um programa de neurociência a ganhar forma em Lisboa, a sua primeira reação foi de incredulidade. “Simplesmente não me parecia possível”, recorda. Era uma jovem investigadora principal (PI) que tinha regressado a Portugal depois de vários anos no estrangeiro, porque a neurociência comportamental (a sua paixão) simplesmente não existia cá.

18 Novembro 2025

De portas abertas além fronteiras

Quando, há 15 anos, Diego Carrasco aterrava em Lisboa pela primeira vez, a cidade parecia uma aguarela: telhados terracota a brilhar sobre o rio Tejo. “Lembro-me de ver os telhados do avião”, diz. “Era tão romântico. Pensei: esta cidade é tão antiga e, ao mesmo tempo, tão nova”.
Estávamos em 2010 e Carrasco, um jovem médico colombiano, tinha sido selecionado ao abrigo de um programa governamental que convidava médicos latino-americanos a trabalhar na Europa. “Senti-me bem-vindo desde o início, porque foi o próprio governo que me abriu as portas”.

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