Lucas Deijlen

10 Fevereiro 2026

A “Faísca Oxidativa” Controlada: Um Aliado Surpreendente na Reparação Cerebral

O stress oxidativo é uma consequência directa do excesso no corpo dos chamados radicais livres — moléculas reactivas e instáveis que contêm oxigénio. Os radicais livres são subprodutos metabólicos normais e também ajudam a transmitir sinais no corpo. Quanto ao stress oxidativo, pode ser causado por factores de estilo de vida, ambientais e biológicos, como tabagismo, alto consumo de álcool, má alimentação, stress, poluição, radiação, químicos industriais e inflamação crónica.

IV Conferência Anual YPP

Data e hora

11 de abril, 2026, 11:00-18:00 WEST

Local

Auditório, Fundação Champalimaud, Lisboa

Sobre

A conferência incluirá sessões científicas, debates e depoimentos de pacientes, reunindo jovens investigadores, especialistas de renome, pacientes e familiares para uma discussão abrangente nas áreas da neurociência e da doença de Parkinson.

Alguns dos temas discutidos serão, a inteligência artificial em medicina, a investigação em doenças do movimento e desafios de viver com Parkinson.

Cytokine–Microbiota Circuits in Gut Development and Regeneration: Insights from Zebrafish

Host

Rita Fior, PhD, Cancer Development and Innate Immune Evasion Lab


Venue

Seminar Room

Champalimaud Open Seminar (COpS)

"Why does cancer come back and how to fight it?"

Ana Luísa Correia, Cancer Dormancy & Immunity
 

"The quick and the dead: a tale of resident memory T cells in infection and cancer"

Klaas van Gisbergen, Tissue Immunity
 

 

Moderation

Leopoldo Petreanu, Cortical Circuits

Defining the Roadmap for Spinal Cord Regeneration Using the Spiny Mouse

Host

Christa Rhiner, PhD, Stem Cells and Regeneration Lab


Venue

Seminar Room

Tatiana Diogo

28 Jan. 2026

Technician (Preclinical MRI Lab)

Research
Início da Candidatura: 28 Jan. 2026

 

[THIS CALL IS NOW CLOSED]

29 Janeiro 2026

Um Número Significativo de Casos de Cancro do Recto Localmente Avançado Pode Ser Directamente Tratado com Cirurgia

Actualmente, o tratamento de referência para o cancro rectal localmente avançado (ou seja, para os tumores que, apesar de terem atingido camadas profundas da parede rectal e/ou afectado os gânglios linfáticos próximos, ainda não se espalharam para o resto do corpo) consiste em submeter os doentes a tratamentos com quimioterapia e radioterapia antes da cirurgia. Esta “terapia neoadjuvante total” reduz o risco de recorrência do cancro no recto e pode diminuir o risco de metástases. Porém, tem um custo para os doentes devido aos efeitos prejudiciais da radiação.

Ema Muža

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