04 Dezembro 2025
04 Dezembro 2025
A história de Cátia Feliciano e da Fundação Champalimaud (FC) começou quando ainda estava a terminar o seu doutoramento em Neurobiologia, na Duke University, em Durham, nos Estados Unidos da America (EUA). De sorriso largo, afirma que a sua grande paixão sempre foi a Neurociência e que quando soube dos planos da construção de um grande centro de investigação em Lisboa dedicado a esta área, regressar a Portugal tornou-se uma possibilidade.
02 Dezembro 2025
Quando Gonçalo Lopes entrou pela primeira vez no Instituto Gulbenkian de Ciência em 2010 – quando ainda acolhia a equipa da Fundação Champalimaud (FC) antes da inauguração do seu novo edifício – sentiu-se como se tivesse entrado noutro mundo. “Havia um sentido de aventura”, recorda. “Todos estavam completamente absorvidos nas suas experiências, na fronteira do conhecimento. Não estavam apenas a estudar o cérebro – estavam a construir as ferramentas para o estudar”.
02 Dezembro 2025
João Santinha formou-se em Engenharia Biomédica pela Universidade Nova de Lisboa, durante uma das mais longas crises económicas que Portugal atravessou, e foi nessa altura que ouviu falar pela primeira vez na Fundação Champalimaud (FC). Num período em que poucas oportunidades haviam na sua área de estudos, surgiu uma posição na equipa de Scientific Software que lhe interessou. “Não fui selecionado”, diz a sorrir, mas fui “uns anos mais tarde convidado para outra posição”, acrescenta com orgulho.
28 Novembro 2025
Para Leonor Beleza, a chegada de Rui Costa ao Conselho de Administração representa um contributo inestimável para a evolução do projeto científico e clínico da Fundação, nas áreas do cancro e das neurociências. Na sua declaração sublinha: “A visão estratégica e o percurso notável do professor Rui Costa reforçam a nossa capacidade de gerar conhecimento e transformá-lo em benefícios reais para os doentes e para a sociedade. É também uma aposta no futuro e na perenidade da nossa visão e ambição.”
27 Novembro 2025
Vânia Conde ainda se lembra da primeira vez que entrou na Fundação Champalimaud (FC): uma mistura de curiosidade, entusiasmo e um toque de nervosismo.
Enfermeira experiente, com mais de uma década no Instituto Português de Oncologia (IPO), já estava habituada ao ritmo da oncologia e dos cuidados intensivos, confiante das suas capacidades. No entanto, a FC, com a sua arquitetura impressionante e tecnologia de ponta, parecia-lhe um mundo “demasiado polido” para alguém que ainda se via como uma rapariga terra-a-terra, direta e sem rodeios, vinda das Caldas da Rainha.
27 Novembro 2025
Quando Nuno Loureiro tinha 22 anos, escreveu uma carta ao seu eu do futuro – um vislumbre de quem esperava vir a ser aos 35. Quão fiel seria o seu percurso, da engenharia aeroespacial à neurociência e à inteligência artificial (IA), face à trajetória que tinha imaginado?
25 Novembro 2025
Quando Tiago Santos percorreu pela primeira vez os corredores envidraçados da Fundação Champalimaud (FC), em 2014, já contava com dois anos de experiência em enfermagem, mas nenhuma em urologia ou oncologia. “No fundo, pode dizer-se que comecei aqui um novo capítulo da minha carreira”, admite com um sorriso tímido. De facto, entrar numa unidade quase vazia, sem orientadores de referência, protocolos ou precedentes, faria muita gente recuar. Mas o Tiago não. Para ele, o vazio era um convite: uma tela em branco onde podia pintar o futuro da enfermagem urológica na Fundação Champalimaud.
20 Novembro 2025
Quando entrevistei o Albino J. Oliveira-Maia, falámos dos desafios e das lições que moldaram a sua carreira. O que mais me marcou foi a capacidade de navegar caminhos diferentes em simultâneo e de criar espaço para continuar a fazê-lo. Ao escrever isto, espero partilhar essa coragem com quem hoje se pergunta que caminho seguir.
20 Novembro 2025
Quando Marta Moita ouviu pela primeira vez rumores sobre um programa de neurociência a ganhar forma em Lisboa, a sua primeira reação foi de incredulidade. “Simplesmente não me parecia possível”, recorda. Era uma jovem investigadora principal (PI) que tinha regressado a Portugal depois de vários anos no estrangeiro, porque a neurociência comportamental (a sua paixão) simplesmente não existia cá.