16 Abril 2018
16 Abril 2018
Um novo estudo, publicado na revista Nature Neuroscience por cientistas do Centro Champalimaud, em Lisboa, mostra que quanto mais depressa um ratinho corre, mais depressa e melhor aprende.
"O nosso principal resultado é que podemos melhorar a capacidade de aprendizagem dos ratinhos fazendo-os correr mais depressa", resume Catarina Albergaria, primeira autora do estudo.
16 Abril 2018
Até aqui, não se percebia como se organizavam as ligações neurais “para trás” no sistema visual. Esse mistério foi agora resolvido. Os novos resultados poderão ter profundas implicações na área da visão artificial.
Que o cérebro não é simples, não é novidade para ninguém. Mas que existem diferentes tipos de ligações neurais, umas que parecem ir “para a frente” e outras “para trás” é algo que ainda veio complicar mais o seu estudo.
14 Maio 2018
Eduardo Moreno, investigador do Centro Champalimaud, em Lisboa, é um dos 53 cientistas eleitos membros permanentes da European Molecular Biology Organization (EMBO), conforme anunciado pela instituição esta segunda-feira, dia 14 de maio.
04 Junho 2018
Cientistas do Laboratório de Comportamento e Metabolismo descobriram que isso é precisamente o que acontece.
Neste episódio dos Science Snapshots, Carlos Ribeiro, que lidera o Laboratório de Comportamento e Metabolismo, explica como a sua equipa descobriu que as bactérias intestinais "falam" com o cérebro para controlar um aspeto-chave do comportamento: as escolhas alimentares.
Portanto, da próxima vez que olhar para um menu, pergunte a si próprio(a): "é isto que eu quero comer, ou é o que os meus micróbios me obrigam a comer?"
27 Junho 2018
Uma equipa internacional do Centro Champalimaud, em Lisboa, e do University College de Londres (UCL), descobriu um efeito até aqui desconhecido da serotonina na aprendizagem. Os resultados foram publicados a de 26 de Junho de 2018 na revista Nature Communications.
12 Setembro 2018
Há muitos milhares de anos, as vidas humanas eram regularmente ameaçadas por animais predadores. Os tempos mudaram, mas os circuitos cerebrais que garantiram a nossa sobrevivência ao longo dos tempos continuam bem activos. "Tal como qualquer outro animal na natureza, a nossa reacção a uma ameaça é sempre uma das três seguintes: luta, fuga ou paralisação na esperança de passar despercebido", diz Marta Moita, que juntamente com Maria Luísa Vasconcelos liderou um novo estudo realizado no Centro Champalimaud, em Lisboa.
22 Outubro 2018
Enquanto tentavam perceber como as ligações entre neurónios mudam com a experiência para dar origem à aprendizagem, cientistas do laboratório de Circuitos Neurais e Comportamento fizeram acidentalmente uma descoberta importante: a existência de uma forte correlação entre a velocidade de marcha e a velocidade de aprendizagem em ratinhos.
O seu resultado foi recentemente publicado na revista Nature Neuroscience: Albergaria C, Silva NT, Pritchett DL, Carey MR. (2018). Locomotor activity modulates associative learning in mouse cerebellum. Nat Neurosci. 21(5):725-735.
23 Novembro 2018
Neste épisódio dos Science Snapshots, Eugenia Chiappe, líder do Laboratório de Integração Sensoriomotora no Centro Champalimaud, explica que a realidade virtual ajudou a sua equipa a descobrir como o cérebro integra a informação visual e motora de forma a conseguir navegar o mundo.
Acerca dos Science Snapshots: Pequenos vídeos sobre grandes descobertas! Esta série apresenta os mais recentes avanços dos investigadores do Centro Champalimaud, na procura de respostas a alguns dos maiores mistérios da biologia.
29 Novembro 2018
Marta Moita, Diretora Adjunta do Programa de Investigação Champalimaud e líder do Laboratório de Neurociências Comportamentais do Centro Champalimaud, em Lisboa, recebeu uma bolsa de dois milhões de euros do Conselho Europeu de Investigação (ERC) para aprofundar o seu trabalho inovador sobre as bases neurais dos comportamentos defensivos.
13 Dezembro 2018
Apesar de décadas de pesquisa sobre o cancro, as fases iniciais da progressão tumoral, que vão do aparecimento de um punhado de células anormais à formação de uma massa tumoral clinicamente detectável ainda são pouco conhecidas. Foi anteriormente proposto que certas mutações poderiam conferir uma vantagem competitiva a um pequeno grupo de células que lhes permitiria matar e substituir as células vizinhas, dando assim origem a um tumor canceroso. No entanto, os mecanismos que estão na base desta "competição celular" não eram claros.