17 Agosto 2023
17 Agosto 2023
Tal como acontece com as crianças pequenas, que conseguem aprender línguas muito rapidamente nos primeiros anos de vida, o nosso sistema visual também tem um "período crítico" durante os primeiros anos de vida em que ocorre um desenvolvimento rápido. Após esse período, as mudanças tornam-se mais difíceis, seguindo o ditado antigo: "Burro velho, não aprende línguas".
13 Julho 2023
Desde as reflexões de Aristóteles sobre a natureza do tempo até à teoria da relatividade de Einstein, a humanidade há muito que se questiona: como é que percebemos e compreendemos o tempo? A teoria da relatividade postula que o tempo pode esticar e contrair, um fenómeno conhecido como dilatação do tempo. Tal como o cosmos deforma o tempo, os nossos circuitos neuronais podem esticar e comprimir a nossa experiência subjectiva do tempo. Como Einstein disse na sua famosa piada: "Põe a tua mão num fogão quente durante um minuto e parece uma hora.
29 Junho 2023
O retiro de 2023 decorreu no Grande Hotel do Luso, na Serra do Buçaco, entre 29 de maio e 1 de junho, com a participação de mais de 250 membros do CR. O tema do retiro deste ano foi Embracing Multitudes: a Game of Translation que procurava promover a construção de ligações entre as diversas áreas de investigação do CR, como a neurociência, a biologia do cancro, a imunologia e a investigação clínica translacional. O foco foi dado, por um lado, à diversidade que molda o CR instituto e, por outro, à criação de uma comunidade coesa e colaborativa.
15 Junho 2023
A procura de terapias alternativas para transtornos de saúde mental difíceis de tratar trouxe à superfície uma série de psicadélicos, como a psilocibina, presente nos “cogumelos mágicos”, e o LSD, substâncias até agora mais associadas a uma contracultura do que à prática clínica. Ao lado de psicadélicos “atípicos” como a ketamina e a MDMA, estas substâncias são cada vez mais reconhecidas pelos seus potenciais atributos terapêuticos.
23 Agosto 2023
"O cérebro não é como um computador que se desliga quando não está a fazer uma determinada tarefa", explica Alfonso Renart, o autor sénior do estudo publicado na eLife. "Há sempre uma espécie de zumbido de fundo, uma atividade de base que, por vezes, pode fazer parecer que o cérebro está a tagarelar consigo próprio". O estudo da equipa revela a forma como essa atividade de base, o fluxo contínuo de impulsos eléctricos enviados pelos neurónios, tem impacto no comportamento e na tomada de decisões.
25 Maio 2023
Muitos animais dependem do olfato para identificar e localizar objetos ao seu redor e reagir adequadamente. Para melhor investigar este fenómeno, o grupo liderado por Greg Jefferis investigador principal do Laboratório de Biologia Molecular (LBM) no Campus Biomédico de Cambridge estabeleceu uma colaboração com cientistas do Laboratório de Comportamento e Metabolismo, liderado por Carlos Ribeiro, na Fundação Champalimaud (FC) e do Grupo de Drosophila Connectomics da Universidade de Cambridge e juntos estudaram moscas da fruta machos.
11 Maio 2023
O trabalho, recentemente publicado na prestigiada revista científica PNAS, mostra também que esta molécula é transportada por vesículas extracelulares produzidas pelas células tumorais e direciona estas vesículas para o fígado e para o pulmão, precisamente os órgãos onde é comum aparecerem metástases de cancro do estômago. Com estas descobertas, a equipa contribuiu para a compreensão de um novo mecanismo de comunicação das células tumorais, identificando desta forma um potencial novo alvo para desenvolver terapias direcionadas para travar a metastização.
13 Abril 2023
Um estudo, publicado hoje, 13 de abril, na revista Nature Neuroscience dá uma surpreendente resposta a esta pergunta, ao revelar que o cérebro, em vez de se comprometer com uma única estratégia, é capaz de calcular várias estratégias alternativas de decisão em simultâneo.
30 Março 2023
Em Portugal os cientistas vencedores são Isabel Gordo (Instituto Gulbenkian de Ciência, IGC), Maria Manuel Mota (Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, iMM), Mariana Pinho (ITQB-NOVA) e Henrique Veiga-Fernandes (Fundação Champalimaud). Cada um receberá entre 2.5M€ e 3.5M€ para o desenvolvimento de projetos de investigação ao longo dos próximos cinco anos.